
Essa charge foi enviada pelo camarada Marcus Zuanazzi, que foi militante da UJS e do PCdoB, hoje estuda medicina em Cuba. Sempre nos enviando vários textos e dicas.
Valeu pela força de sempre camarada.
Grande abraço
Charge
às 22:29 Postado por Douglas T. FingerBrasileiros solidários com Cuba após furacões
às 15:13 Postado por Douglas T. FingerA campanha tomou como título uma frase de José Martí, herói nacional em Cuba: ”Com o amor renasce a esperança”. Para um país que já sofre as conseqüências do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, o momento atual é de enormes dificuldades.
Os prejuízos são calculados em US$ 5 milhões. Cerca de 3 milhões de pessoas, quase um quarto da população, teve que abandonar suas casas. Os furacões danificaram 470 mil prédios e derrubaram 168 mil.
Em menos de 10 dias, a ilha foi devastada por dois furacões. O Gustav atingiu a parte oeste de Cuba no dia 30 de agosto, movendo-se para noroeste e chegando ao sul do Golfo do México. Em 9 de setembro o Ike chegou à capital cubana, Havana, trazendo chuvas e ventos.
O Gustav e o Ilke cruzaram a ilha furiosamente. Arrasaram a agricultura, casas, escolas, hospitais. A rede elétrica foi destruída. Da safra de açúcar, sobrou um terço. Morreram sete pessoas – o que para Cuba é muito, pois o país é mundialmente conhecido pela eficácia de seus planos de evacuação em caso de catástrofes naturais.
A campanha aposta no espírito solidário do povo brasileiro, que sempre teve grande afinidade e simpatia pelo povo cubano. Além disso, vivem no Brasil cerca de 2.500 cubanos, muitos deles médicos, em programas de intercâmbio. A ajuda poderá ser prestada de várias formas: 1) Captação de recursos financeiros junto a pessoas físicas e jurídicas, por meio de depósitos em contas bancárias a serem criadas com esse objetivo;
2) Doação de alimentos não perecíveis e de medicamentos, assim que forem definidos os locais de armazenamento e procedimentos de envio a Cuba;
3) Artigos de primeira necessidade que serão especificados durante a campanha.
Para estimular a participação foi criada uma página na internet – www.porcuba.com.br. Os interessados terão acesso a todos os passos da campanha, com informações sobre os recursos financeiros captados e materiais doados. O endereço eletrônico para contato é porcuba@porcuba.com.br.A União de Jornalistas de Cuba (Upec) solicita a colaboração dos jornalistas e comunicadores brasileiros.
Os coordenadores da campanha pretendem que as contribuições materiais cheguem aos lugares mais necessitados de Cuba, contando com o apoio das autoridades dos dois países, para alcançar seus objetivos. Você também pode contribuir, difundindo desde já essas informações.
Reflexões do companheiro Fidel: A Lei da Selva
às 14:35 Postado por Douglas T. FingerDentro de cada país é a concorrência entre os mais fortes e os mais fracos, os de maior força física, os que se alimentam melhor, os que aprenderam a ler e a escrever, os que freqüentaram escolas, os que acumulam mais experiência, maiores relações sociais, mais recursos, e os que carecem dessas vantagens dentro da sociedade.
Entre países, os que têm melhor clima, mais terra cultivável, mais água, mais recursos naturais no espaço em que lhes coube viver quando não existem mais territórios que conquistar, os que dominam as tecnologias, os que possuem maior desenvolvimento e manejam infinitos recursos midiáticos, e os que, pelo contrário, não desfrutam de nenhuma dessas prerrogativas. São as diferenças, às vezes abismais entre as que se qualificam como nações ricas ou pobres.
É a lei da selva.
As diferenças entre as etnias não existem no relativo às faculdades mentais do ser humano. Isso está mais que provado do ponto de vista científico. A sociedade atual não foi a forma natural em que evoluiu a vida humana; tem sido uma criação do homem já mentalmente desenvolvido, sem a qual não se pode conceber sua própria existência. Portanto, a questão que se põe é se o ser humano poderá sobreviver ao privilégio de possuir uma inteligência criadora.
O sistema capitalista desenvolvido, cujo máximo expoente é o país de natureza privilegiada aonde o homem branco europeu levou suas idéias, seus sonhos e suas ambições, hoje se encontra em plena crise. Não é a crise habitual cada certo número de anos, nem sequer a traumática dos anos trinta, mas sim a pior de todas desde que o mundo seguiu esse modelo de crescimento e desenvolvimento.
A atual crise do sistema capitalista desenvolvido acontece quando o império está próximo a mudar de chefia nas eleições que se realizarão dentro de vinte e cinco dias; era a única coisa que faltava por ver.
Os candidatos dos dois partidos que decidem nessas eleições, tentam persuadir os votantes desconcertados ―muitos dos quais nunca se preocuparam por votar― de que eles, como aspirantes à presidência, são capazes de garantir o bem-estar e o consumismo do que qualificam de um povo de camadas médias, sem o menor propósito de verdadeiras mudanças no que consideram o mais perfeito sistema econômico que tem conhecido o mundo; um mundo que, logicamente, na mentalidade de cada um deles, é menos importante do que a felicidade de trezentos e tantos milhões de habitantes de uma população que não chega a 5% dos habitantes do planeta. A sorte do outro 95% dos seres humanos, a guerra e a paz, a atmosfera respirável ou não, dependerá em grande medida das eleições do chefe institucional do império, se é que esse cargo constitucional tem ou não poder real na época das armas nucleares e dos escudos espaciais conduzidos por computadores em circunstâncias tais que os segundos são decisivos e os princípios éticos têm cada vez menos vigência. Entretanto, não pode ser ignorado o papel mais ou menos nefasto que corresponde a um presidente desse país.
Nos Estados Unidos existe um profundo racismo, e a mente de milhões de brancos não se reconcilia com a idéia de que uma pessoa preta, com a esposa e os filhos, ocupem a Casa Branca, que se chama assim: Branca.
De puro milagre o candidato democrata não tem sofrido a sorte de Martin Luther King, Malcolm X e outros, que albergaram sonhos de igualdade e justiça em décadas recentes. Além disso, tem o costume de olhar para o adversário com serenidade, e rir dos apertos dialéticos de um oponente que enxerga para o vazio.
Por outro lado, o candidato republicano, que cultiva sua fama de homem belicoso, foi um dos piores alunos de seu curso em West Point. Não sabia nada de Matemáticas, segundo ele próprio confessa, e é de supor que muito menos das complicadas ciências econômicas.
Sem dúvida, seu adversário o supera em inteligência e serenidade.
O que mais abunda em McCain são os anos, e sua saúde não é para nada segura.
Menciono esses dados para assinalar a eventual possibilidade ―se alguma coisa acontecesse com a saúde do candidato republicano, se o elegerem― de que a senhora do rifle e inexperiente ex-governadora do Alasca fosse Presidenta dos Estados Unidos. Vê-se que não sabe nada de nada.
Meditando sobre a dívida pública atual dos Estados Unidos que o presidente Bush descarrega sobre as novas gerações nesse país ―10,3 quatrilhões―, passou-me pela mente fazer o cálculo do tempo que levaria um homem para contar a dívida que ele praticamente tem duplicado em oito anos.
Supondo oito horas de trabalho diário sem perder um segundo, ao ritmo rápido de cem notas de um dólar por minuto, 300 dias de trabalho por ano, um homem tardaria 715 mil anos para contar essa quantidade.
Não encontrei outra forma gráfica de me imaginar o volume dessa quantidade de dinheiro que se menciona quase diariamente por estes dias.
O governo dos Estados Unidos, para evitar um pânico generalizado, declara que garantirá depósitos de poupadores que não ultrapassem os US$ 250 mil; administrará bancos e cifras de dinheiro que Lenine, com ábacos, não teria imaginado contabilizar.
Podemos perguntar-nos agora, qual é a contribuição que fará a administração Bush ao socialismo? Mas não vamos fazermos ilusões. Quando o funcionamento dos bancos ficar normalizado, os imperialistas as devolverão às empresas privadas, como fez algum que outro país neste hemisfério. O povo sempre paga as contas.
O capitalismo tende a se reproduzir em qualquer sistema social, porque parte do egoísmo e dos instintos do homem.
À sociedade humana não tem outra alternativa que ultrapassar essa contradição, porque de outra forma não poderia sobreviver.
Neste momento, as somas de dinheiro que lhes lançam às finanças mundiais os bancos centrais dos países capitalistas desenvolvidos está golpeando fortemente as bolsas dos países que tentam vencer o subdesenvolvimento econômico e recorrem a essas instituições. Cuba não possui bolsa de valores. Sem dúvida surgirão formas de financiamento mais racionais, mais socialistas.
A crise atual e as brutais medidas do governo dos Estados Unidos para se salvar, terão mais inflação, mais desvalorização das moedas nacionais, mais perdas dolorosas dos mercados, menores preços para as mercadorias de exportação, mais intercâmbio desigual. Porém trarão também aos povos maior conhecimento da verdade, maior consciência, maior rebeldia e mais revoluções.
Veremos agora como se desenvolve a crise e o que vai acontecer nos Estados Unidos dentro de 25 dias.
Fidel Castro Ruz
11 de outubro de 2008
18h15 •
Crise nos EUA e onda de desemprego
às 13:36 Postado por Douglas T. FingerFoi o nono mês seguido de corte de vagas, na pior sequência desde 2001, ano da última recessão neste país. A taxa de desemprego bateu em 6,1%; quando Georg Bush tomou posse, em 2001, ela era de 3,9%. As reduções mais drásticas ocorreram na indústria (51 mil) e no comércio varejista (40 mil). A construção civil, principal vítima da crise do subprime do setor imobiliário, eliminou 35 mil vagas e as atividades financeiras cortaram 17 mil empregos.
Miséria bate recorde
Até setembro, já foram eliminados 760 mil postos de trabalho. As projeções indicam que o ano terminará com mais de 1 milhão de trabalhadores demitidos – algo raro na história dos EUA, que só aconteceu quatro vezes (1946, 1949, 1982 e 2001). Com mais este desastre, George Bush, o presidente-terrorista desta nação imperialista, deverá deixar a Casa Branca pela porta dos fundos. Nem o candidato do seu partido, o republicano John McCain, aceita aparecer ao lado do “homem bomba”, já considerado em pesquisas com o pior presidente da história dos EUA. Nos seus dois trágicos mandatos, a vida dos trabalhadores virou um verdadeiro inferno.
O Census Bureau, instituto oficial de estatísticas, divulgou recentemente que o número de pobres atingiu 36,5 milhões de pessoas. Já a Academia Nacional de Ciências, órgão independente e mais rigoroso nos cálculos, fixa em 41,3 milhões de pobres, um recorde histórico. O trabalho parcial, temporário e precário é um dos mais altos do mundo, já que impera no país a total desregulação trabalhista, e os salários não têm aumento real, acima da inflação, há anos. Cerca de 47 milhões de pessoas não têm proteção à saúde e 8,7 milhões de crianças estão sem assistência social.
O inferno dos imigrantes
A crise atinge mais duramente os imigrantes – os milhões de miseráveis da periferia capitalista atraídos pelo “paraíso do consumo”. Há 12 milhões de latino-americanos – incluindo um milhão de brasileiros – na triste condição de ilegais, já chamados de “escravos modernos”. O imigrante coloca a vida em risco ao atravessar o “muro da vergonha”, que separa o México dos EUA. Na parte mexicana, ele é espoliado por máfias criminosas que cobram até US$ 12 mil pela travessia ilegal – dormindo em barracas de lona, sem higiene e com péssima alimentação.
Já no território ianque, o imigrante é perseguido por 17 mil soldados – só em abril passado, 4.802 brasileiros foram detidos, uma média de 160 ao dia. Ele também é alvo dos sádicos empresários, que pagam para participar das caçadas organizadas por grupos racistas, como a Gatekeeper. Em 2006, ocorreram 441 mortes na fronteira. Os que ingressam nos EUA são explorados como mão-de-obra barata, nos trabalhos mais penosos e perigosos e sem direitos à rede pública de hospitais e escolas. O imigrante é o retrato da miséria na pátria do capitalismo, que agora afunda na crise.
Revolta contra o pacote
Este cenário explica o forte repúdio ao pacote de socorro financeiro elaborado pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson. Diariamente ocorrem protestos na Casa Branca contra a ajuda de US$ 850 bilhões aos bancos. A sociedade não quer arcar com o aumento da dívida interna, que cortará investimentos públicos e, como efeito, causará mais desemprego e miséria. Não aceita “salvar”, com o dinheiro dos seus tributos, dezenas de bancos investigados por práticas ilícitas e nem topa pagar a conta da desregulamentação financeira. Não quer jogar cash for trash (dinheiro no lixo).
Conforme relata o jornalista Luiz Carlos Azenha, “há muito tempo não se via revolta tão grande como nos últimos dias nos EUA. Num movimento aparentemente sem lideranças, centenas de milhares de norte-americanos protestaram contra o plano de socorrer Wall Street... A oposição ao pacote juntou gente da esquerda à direita. Eleitores republicanos comparam a intervenção estatal ao ‘socialismo’, enquanto democratas protestam contra o que seria uma recompensa àqueles que estão na origem da crise”. O clima é de repulsa, o que alavanca a candidatura de Barack Obama.
Fonte: http://altamiroborges.blogspot.com/ Leia Mais…
Um balanço parcial das eleições municipais
às 23:46 Postado por Douglas T. FingerDepois de algum tempo sem postar no Blog, devido à falta de tempo, trago o primeiro de uma série de artigos de Altamiro Borges sobre as eleições municipais. O Texto é grande, mas vale a leitura. Miro é jornalista e membro do Comitê Central do PCdoB.
Ahá ultrapassamos as 1000 visitas, muito obrigado por acompanharem o Blog.
Gostaria também de agradecer o Michael que tem contribuído muito com a manutenção deste espaço.
Abraços
Assis Melo é eleito vereador mais votado em Caxias do Sul (RS)
às 21:30 Postado por Susin
O PCdoB de Caxias do Sul conquistou duas vagas na Câmara de Vereadores, dobrando a sua presença. A surpresa foi a expressiva votação obtida pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Assis Melo, que alcançou 8.399 votos, a maior da cidade, com 3,52%. O também metalúrgico, Renato Oliveira, garantiu a reeleição com 4.498, ou 1,89% dos votos válidos e foi o terceiro mais votado da coligação (PT/PCdoB).
A vez e a voz do trabalhador
''A cidade do trabalho também será a cidade do trabalhador'': este foi o slogan do candidato a vereador mais votado de Caxias do Sul. Melo teve como foco principal da sua campanha a luta dos trabalhadores por mais direitos e por uma cidade melhor.
Melo credita o resultado ao seu compromisso e sua história de lutas junto aos trabalhadores e ao papel do PCdoB, partido que, segundo ele, compreende a importância da elevação da consciência transformadora do povo e dos trabalhadores, que devem ocupar espaço político para fazerem avançar as suas lutas. ''Devo esta vitória ao PCdoB que dá a oportunidade a um trabalhador, uma pessoa do povo, chegar a um espaço tão importante como este. E, fundamentalmente, aos meus companheiros e companheiras, trabalhadores e trabalhadoras desta cidade.''
Emocionado com o resultado, Melo fez referência ao slogan do Sindicato dos Metalúrgicos que evidencia o papel ativo dos trabalhadores na sociedade: ''A nossa classe fazendo história''. Para ele, este resultado reforça a luta dos trabalhadores em Caxias do Sul, com a ampliação da bancada do PCdoB.
Continuar a luta
O vereador reeleito do PCdoB, Renato Oliveira, vai agora para o terceiro mandato. Também metalúrgico, como Assis Melo, Oliveira tem trabalho intenso junto à sua comunidade, o bairro operário Nossa Senhora de Fátima, no qual obteve mais de 2.600 votos. ''Fiquei muito feliz com o resultado, pois demonstra o reconhecimento da população com o nosso trabalho e também porque o nosso partido saiu reforçado da eleição, já que ampliamos o nosso espaço na Câmara''.
Não deu para a majoritária
O PCdoB caxiense comemora a vitória na eleição de vereadores mas lamenta a derrota da chapa majoritária. O partido participou da eleição com a candidata a vice, Abgail Pereira, na chapa da Frente Popular, que foi capitaneada pelo petista Pepe vargas. O vencedor foi o candidato do PMDB, José Sartori, que garantiu a reeleição com 54,35% dos votos. Pepe obteve 45,65%.
Abgail avaliou como muito positiva a participação do PCdoB na eleição em Caxias. Destacou a ''tática acertada e ousada'' que os comunistas colocaram em prática ao lançar chapa com oito candidatos a vereador e ao participar com a vice na majoritária. ''Sinto a sensação do dever cumprido, apesar de não termos vencido a eleição para a Prefeitura. O PCdoB teve um grande desempenho. Este processo ampliou o prestígio do nosso partido e também foi um aprendizado''.
Para ela, a campanha da Frente Popular conseguiu dialogar com a cidade e mostrar propostas comprometidas com mais avanços para os Caxienses. ''Temos que respeitar a vontade do povo, que escolheu a continuidade do caminho que estava a frente da prefeitura'', disse. Abgail complementou dizendo que sai desta eleição com a certeza da importância da participação eleitoral do PCdoB. ''É importante acreditar neste sonho da transformação e da luta por cidades mais humanas, com políticas que possam atender às pessoas que mais precisam.''
Segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Sul, com 295.264 eleitores, a cidade de Caxias do Sul contou com apenas dois candidatos a prefeito.
De Porto Alegre
Clomar Porto
fonte: www.vermelho.org
Nota: infezlimente, por falta de tempo, recursos e principalmente de criatividade, estamos escassos de notícias do cotidiano, então estamos providenciando as mais repercutidas da semana para postar no blog.
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Chávez diz que unilateralismo se acabou...
às 00:05 Postado por Susin...e passou à história.
O estadista lamentou que o unilateralismo deixará seqüelas durante longo tempo, sobretudo para os que acreditaram cegamente no fundamentalismo do mercado. "Nós não", disse.
"Outra potência mundial, como a Rússia, é a China. Enfim, o mundo multilateral está no horizonte. Como expressou Putin em nosso encontro de três horas: abrem-se novas perspectivas", acrescentou.
"Esse horizonte, é uma nova geopolítica mundial que está em marcha. E está tão rápida como nós na Venezuela", agregou.
"Em nosso país temos uma expressão popular para dizer que temos que nos apressar: 'calça os patins e vamos embora' ", comentou.
"Tanto é assim", explicou, "que há apenas dois meses eu estava em visita a Moscou e já regressei a Rússia. Há menos de uma semana estava em Caracas o vice-primeiro ministro russo, Igor Sechin, e agora estamos aqui, trabalhando junto com ele".
Chávez recordou que, dentro de dois meses, entrará em sessão em Caracas a Comissão Inter-governamental de Alto Nível (CIAN), encabeçada por Sechin e o vice-presidente venezuelano Ramón Carrizales.
"Caminhamos rápido, como dizem nossos jovens, nós calçamos os patins do socialismo", enfatizou o líder sul-americano.
"A juventude socialista venezuelana inventou um lema: calça os sapatos do socialismo. Agora desde a Rússia nós dizemos: calcem os sapatos da nova geopolítica mundial. É o mundo em equilíbrio de que falaram Simón Bolívar e José Martí", concluiu o presidente.
fonte: www.vermelho.org.br
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