Assis Melo é eleito vereador mais votado em Caxias do Sul (RS)

O PCdoB de Caxias do Sul conquistou duas vagas na Câmara de Vereadores, dobrando a sua presença. A surpresa foi a expressiva votação obtida pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Assis Melo, que alcançou 8.399 votos, a maior da cidade, com 3,52%. O também metalúrgico, Renato Oliveira, garantiu a reeleição com 4.498, ou 1,89% dos votos válidos e foi o terceiro mais votado da coligação (PT/PCdoB).



A vez e a voz do trabalhador

''A cidade do trabalho também será a cidade do trabalhador'': este foi o slogan do candidato a vereador mais votado de Caxias do Sul. Melo teve como foco principal da sua campanha a luta dos trabalhadores por mais direitos e por uma cidade melhor.


Melo credita o resultado ao seu compromisso e sua história de lutas junto aos trabalhadores e ao papel do PCdoB, partido que, segundo ele, compreende a importância da elevação da consciência transformadora do povo e dos trabalhadores, que devem ocupar espaço político para fazerem avançar as suas lutas. ''Devo esta vitória ao PCdoB que dá a oportunidade a um trabalhador, uma pessoa do povo, chegar a um espaço tão importante como este. E, fundamentalmente, aos meus companheiros e companheiras, trabalhadores e trabalhadoras desta cidade.''

Emocionado com o resultado, Melo fez referência ao slogan do Sindicato dos Metalúrgicos que evidencia o papel ativo dos trabalhadores na sociedade: ''A nossa classe fazendo história''. Para ele, este resultado reforça a luta dos trabalhadores em Caxias do Sul, com a ampliação da bancada do PCdoB.


Continuar a luta
O vereador reeleito do PCdoB, Renato Oliveira, vai agora para o terceiro mandato. Também metalúrgico, como Assis Melo, Oliveira tem trabalho intenso junto à sua comunidade, o bairro operário Nossa Senhora de Fátima, no qual obteve mais de 2.600 votos. ''Fiquei muito feliz com o resultado, pois demonstra o reconhecimento da população com o nosso trabalho e também porque o nosso partido saiu reforçado da eleição, já que ampliamos o nosso espaço na Câmara''.

Não deu para a majoritária
O PCdoB caxiense comemora a vitória na eleição de vereadores mas lamenta a derrota da chapa majoritária. O partido participou da eleição com a candidata a vice, Abgail Pereira, na chapa da Frente Popular, que foi capitaneada pelo petista Pepe vargas. O vencedor foi o candidato do PMDB, José Sartori, que garantiu a reeleição com 54,35% dos votos. Pepe obteve 45,65%.


Abgail avaliou como muito positiva a participação do PCdoB na eleição em Caxias. Destacou a ''tática acertada e ousada'' que os comunistas colocaram em prática ao lançar chapa com oito candidatos a vereador e ao participar com a vice na majoritária. ''Sinto a sensação do dever cumprido, apesar de não termos vencido a eleição para a Prefeitura. O PCdoB teve um grande desempenho. Este processo ampliou o prestígio do nosso partido e também foi um aprendizado''.

Para ela, a campanha da Frente Popular conseguiu dialogar com a cidade e mostrar propostas comprometidas com mais avanços para os Caxienses. ''Temos que respeitar a vontade do povo, que escolheu a continuidade do caminho que estava a frente da prefeitura'', disse. Abgail complementou dizendo que sai desta eleição com a certeza da importância da participação eleitoral do PCdoB. ''É importante acreditar neste sonho da transformação e da luta por cidades mais humanas, com políticas que possam atender às pessoas que mais precisam.''

Segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Sul, com 295.264 eleitores, a cidade de Caxias do Sul contou com apenas dois candidatos a prefeito.


De Porto Alegre
Clomar Porto

fonte: www.vermelho.org


Nota: infezlimente, por falta de tempo, recursos e principalmente de criatividade, estamos escassos de notícias do cotidiano, então estamos providenciando as mais repercutidas da semana para postar no blog.

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Chávez diz que unilateralismo se acabou...

...e passou à história.

O estadista lamentou que o unilateralismo deixará seqüelas durante longo tempo, sobretudo para os que acreditaram cegamente no fundamentalismo do mercado. "Nós não", disse.

"Outra potência mundial, como a Rússia, é a China. Enfim, o mundo multilateral está no horizonte. Como expressou Putin em nosso encontro de três horas: abrem-se novas perspectivas", acrescentou.


"Esse horizonte, é uma nova geopolítica mundial que está em marcha. E está tão rápida como nós na Venezuela", agregou.


"Em nosso país temos uma expressão popular para dizer que temos que nos apressar: 'calça os patins e vamos embora' ", comentou.


"Tanto é assim", explicou, "que há apenas dois meses eu estava em visita a Moscou e já regressei a Rússia. Há menos de uma semana estava em Caracas o vice-primeiro ministro russo, Igor Sechin, e agora estamos aqui, trabalhando junto com ele".

Chávez recordou que, dentro de dois meses, entrará em sessão em Caracas a Comissão Inter-governamental de Alto Nível (CIAN), encabeçada por Sechin e o vice-presidente venezuelano Ramón Carrizales.

"Caminhamos rápido, como dizem nossos jovens, nós calçamos os patins do socialismo", enfatizou o líder sul-americano.

"A juventude socialista venezuelana inventou um lema: calça os sapatos do socialismo. Agora desde a Rússia nós dizemos: calcem os sapatos da nova geopolítica mundial. É o mundo em equilíbrio de que falaram Simón Bolívar e José Martí", concluiu o presidente.


fonte: www.vermelho.org.br

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Reflexões de Fidel

Papel de bondoso, à custa de quem?
• QUANDO o governo dos EUA ofereceu hipocritamente US$ 100 mil como ajuda por causa da catástrofe ocasionada pelo furacão Gustav com prévia inspeção in situ para comprovar os danos, responderam-lhe que Cuba não podia aceitar nenhuma doação do país que nos bloqueia; que os prejuízos já tinham sido calculados e o que reclamávamos era que não se proibisse a exportação dos materiais indispensáveis e os créditos associados às operações comerciais.
Alguns no Norte esbravejaram que era incrível a negativa de Cuba.
Quando poucos dias depois o furacão Ike açoitou o país desde Punta de Maisí até o Cabo de San Antonio, os vizinhos do Norte foram ainda mais hábeis.
Adoçaram a linguagem. Falaram de aviões prestes a decolar com produtos, avaliados em US$ 5 milhões; que não era necessário avaliar os danos porque já o tinham feito por outros meios, que não podem ser outros que os de espionar nosso país. Esta vez, com certeza, colocariam o balaço na garganta da Revolução — pensavam — ; se de novo rejeitavam a oferta teriam problemas com a população. Talvez pensaram que ninguém viu as imagens divulgadas pela televisão dos Estados Unidos quando as forças de ocupação da ONU distribuíam alimentos no Haiti à população faminta, através de uma cerca de arame farpado, que resultou até em crianças feridas.
A fome nesse país é fruto do saque histórico e desapiedado dos povos. Nesse mesmo lugar, em Gonaive, nossos médicos arriscavam a vida ajudando a população dessa cidade, como o fazem em quase cem por cento dos municípios dessa nação. Essa cooperação dos médicos cubanos continua no Haiti, como em dezenas de países do mundo, apesar dos furacões.
À nova e astuciosa Nota, respondemos categoricamente: "nosso país não pode aceitar uma doação do governo que nos bloqueia, embora esteja disposto a comprar os materiais indispensáveis que as empresas norte-americanas exportam a outros mercados, e solicita a autorização para o fornecimento dos mesmos, bem como dos créditos que são normais em todas as operações comerciais.
"Se o governo dos Estados Unidos não deseja fazê-lo definitivamente, o de Cuba solicita que, ao menos, o autorize durante os próximos seis meses, especialmente se levam em conta os prejuízos ocasionados pelos furacões Gustav e Ike, e que ainda restam ainda os meses mais perigosos da temporada ciclônica".
Não se fazia com arrogância, porque esse não é o estilo de Cuba. Na própria Nota se pode apreciar como se expressava com modéstia a idéia de que bastava com que se suspendesse a proibição por um período de tempo limitado.
O secretário de comércio dos Estados Unidos, Carlos Gutiérrez, descartou, sexta-feira, 12 de setembro, a idéia de que se eliminara de forma temporária o bloqueio.
É óbvio que o governo desse poderoso país não pode compreender que a dignidade dum povo não tem preço. A onda de solidariedade com Cuba, que abrange países grandes e pequenos, com recursos e sem recursos, desapareceria o dia em que Cuba deixasse de ser digna. Enganam-se aqueles que em nosso país se contrariam por isso. Se em lugar de cinco milhões fosse um bilhão, a resposta seria a mesma. Os prejuízos em milhares de vidas, sofrimentos e mais de US$ 200 bilhões que tem custado o bloqueio e as agressões ianques, não têm preço.
No relatório oficial parcial explicou-se ao povo que em menos de dez dias o país tinha sido afetado em mais de US$ 5 bilhões. Mas também se explicou que essas cifras se calcularam a preços históricos e convencionais, que nada tinham a ver com a realidade. Não devemos esquecer jamais a explicação esclarecedora de que "os cálculos das perdas nas moradias fizeram-se sobre a base de preços históricos e convencionais, e não sobre os valores reais, a preços internacionais. Basta assinalar que para dispor de uma moradia duradoura, resistente aos fortes ventos, precisa-se dum elemento indispensável que escasseia muito: a força de trabalho. Este elemento se necessita tanto para uma reparação temporária como para uma construção duradoura. E essa força de trabalho há que distribuí-la em todos os centros de produção e serviços, alguns significativamente afetados; por tal motivo, o valor real de uma moradia no mundo e a amortização do investimento correspondente, é muitas vezes superior".
O golpe da natureza foi contundente, mas também é alentador saber que não haverá trégua nem descanso em nossa luta.
A crise econômica que atinge os Estados Unidos e, como conseqüência, os demais povos do mundo, não tem resposta definitiva; contudo, sim a tem, os desastres naturais em nosso país e qualquer tentativa de fixar-lhe preço a nossa dignidade.
Fidel Castro Ruz
16 de setembro de 2008
19h54 •

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Independência na produção brasileira...

18 DE SETEMBRO DE 2008 - 15h29

Brasil produzirá medicamento anti-Aids


O Ministério da Saúde, por meio do laboratório de Farmanguinhos (Fiocruz), deu início ao processo de registro do antiretroviral Efavirenz na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A fase de testes dos efeitos do medicamento sobre um grupo de pacientes já foi finalizada.

Depois da análise e registro da Anvisa, a produção será iniciada e o país não importará mais o medicamento. Metade da produção nacional será feita em Farmanguinhos e a outra metade, no Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe).

Com isso, além de romper com a dependência estrangeira, será incentivada a produção nacional. Atualmente, 80 mil pessoas utilizam o Efavirenz fornecido gratuitamente pelo Programa DST/AIDS do ministério. O remédio é um dos medicamentos que compõe o coquetel para o tratamento dos portadores do HIV, composto por 17 outros.



O licenciamento compulsório, que permite explorar a patente sem o consentimento do titular, foi decretado em maio de 2007. Depois de sucessivas negociações com a empresa detentora da patente, a Merck Sharp & Dohme, o ministério não conseguiu uma redução do preço satisfatória.

Foi feita uma proposta para que a Merck praticasse o mesmo preço pago pela Tailândia, US$ 0,65 para cada comprimido de 600 mg. No Brasil, este valor era de US$ 1,59. A equiparação não foi aceita pela empresa, que propôs uma redução de apenas 2%. A contraproposta foi considerada inaceitável pelo ministério.



Após licenciamento compulsório, o ministério passou a importar, por meio de organismos internacionais (Unicef e Opas), os medicamentos genéricos da Índia, o que provocou uma economia de US$ 30 milhões.

Paralelamente, foi iniciado o desenvolvimento do Efavirenz nacional. Para isso, Farmanguinhos e Lafepe estabeleceram uma parceira com as empresas privadas Globequímica (SP), Cristália (SP) e Nortec (RJ), que formaram um consórcio.

O incentivo à produção nacional e o desenvolvimento tecnológico fazem parte das políticas direcionadas ao complexo industrial da saúde.


Interesse público


O licenciamento é uma autorização outorgada pelo Estado para que terceiros possam explorar a patente sem o consentimento do titular.

No Brasil, o licenciamento compulsório pode ser implementado por circunstâncias previstas na Lei de Propriedade Industrial Brasileira, tais como o exercício abusivo dos direitos, abuso do poder econômico, não exploração local, comercialização insatisfatória, emergência nacional e interesse público.


Fonte: http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=43578


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REFLEXÕES DE FIDEL - Sob o assédio dos furacões




AINDA não nos tínhamos recuperado do impacto emocional e dos prejuízos materiais ocasionados pelo furacão Gustav na Ilha da Juventude e em Pinar del Río, com ventos de força inusitada, quando começaram a chegar notícias da subida do mar ocasionada por Hanna, e ainda pior: o furacão de grande intensidade Ike, virando para o sudoeste, devido à pressão de um forte anticiclone no norte de sua trajetória, vai atravessar mais de mil quilômetros ao longo de todo o território nacional.
Isto significa, finalmente, que todo o país será atingido pelos três furacões, e alguns pontos, duas vezes.
Onde ficará um cacho de bananas, uma fruta ou os vegetais de uma horta intensiva? Onde ficará uma plantação de feijões e de outros grãos? Onde ficará um campo de arroz ou de cana? Onde ficará um aviário, um centro de criação de suínos ou de bovinos? A nação toda agora está no que na guerra é chamado de alarme de combate.
Os problemas expostos na reflexão, em que qualificava Gustav de golpe nuclear, se multiplicaram. Os princípios que devem guiar nossa conduta continuam sendo os mesmos, apenas precisamos fazer esforços incomparavelmente maiores.
A Defesa Civil não perdeu um só minuto. Os que ocupam responsabilidades no Partido e no governo, foram mobilizados em toda parte. Os dirigentes devem exigir disciplina, conter emoções e exercer autoridade. A televisão, a rádio e a imprensa escrita assumem uma grande responsabilidade no exercício de sua tarefa de informarem.
O mundo tem observado com admiração a conduta de nosso povo face aos embates de Gustav. Enquanto os inimigos se esfregavam cinicamente as mãos, os amigos, como ficou evidenciado, são muitos e estão decididos a cooperarem com nosso povo. As sementes de solidariedade espalhadas durante muitos anos frutificam por toda parte. Aviões russos e de outros países chegaram rapidamente de milhares de quilômetros de distância com produtos, que são avaliados, não por seu volume ou seu preço, mas por seu significado. Doações de pequenos Estados como Timor-Leste, mensagens de países importantes e amistosos como a Rússia, Vietnã, China e outros, expressaram a disposição de cooperar tudo quanto possível nos programas de investimentos que devemos implementar de imediato para restabelecer a produção e desenvolvê-la.
A irmã República Bolivariana da Venezuela e seu presidente, Hugo Chávez, adotaram medidas que constituem o mais generoso gesto de solidariedade que recebera nossa pátria.
Acho que por muito duros que forem os golpes recebidos e por receber, nosso país tem condições de salvar vidas de cubanos, e as famílias receberão ajuda material e alimentar o tempo necessário, até recuperarmos no mais curto espaço de tempo possível a capacidade de produzir alimentos. Essa ajuda não vai ser igual para todos os municípios, porque os prejuízos não foram iguais em todos eles nem é igual o tempo que cada um precisa para se recuperar.
Neste momento, todos estamos sob o assédio dos furacões. Mais que nunca antes se impõe a racionalidade e a luta contra a dilapidação, a vadiagem e a acomodação. É preciso agir com absoluta honestidade, sem demagogia nem concessão alguma à fraqueza e ao oportunismo. Os militantes revolucionários têm que ser exemplo. Devem dar e receber confiança. Dar tudo pelo povo, até a vida se preciso.





Fidel Castro Ruz
7 de setembro de 2008
17h29

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Plano de defesa nacional prioriza Amazônia e Atlântico Sul


A Amazônia brasileira e o Atlântico Sul, em função da importância estratégica e da riqueza que abrigam, são consideradas áreas prioritárias para a Defesa Nacional. Para contrapor-se às ameaças a essas áreas e a todo o território brasileiro, o governo está elaborando o Plano Estratégico de Defesa, que seria anunciado neste domingo, 7 de setembro.
O ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, disse que o governo decidiu adiar a divulgação porque no dia 7 a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, estará em Brasília, participando da comemoração ao Dia da Independência do Brasil.
A Assessoria de Imprensa do Ministério da Defesa informa que o anúncio foi adiado porque ainda haverá mais uma reunião para discutir o assunto.
Mangabeira, que coordena o Comitê Ministerial de Formulação do Plano Estratégico de Defesa, presidido pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, lembra que o Brasil é o mais pacífico dos países da história moderna, "mas essa indisposição à beligerância não o exime da necessidade de se defender".
A proposta do governo é fortalecer a presença militar na Amazônia, desenvolver ações sócio-econômicas na área e ampliar a cooperação com os países vizinhos. O objetivo é defender as riquezas naturais e o meio ambiente da região, que sofre ameaças de internacionalização.
No Atlântico Sul, que abriga extensa reserva de petróleo, descoberta recentemente, o governo admite que precisa dispor de meios com capacidade de exercer a vigilância e a defesa das águas brasileiras.
"Se o Brasil quiser ascender ao primeiro plano na ordem mundial, precisa de escudo para se defender não só contra as agressões, mas também contra as intimidações. Esse é o objetivo do Plano Estratégido de Defesa", disse Mangabeira.

Assunto de todos

Para Mangabeira, a discussão atual é uma iniciativa inédita no país, que nunca realizou um grande debate nacional e civil a respeito da defesa. "O assunto sempre foi delegado aos militares, sem o envolvimento da Nação, que precisa se conscientizar do vínculo entre defesa e desenvolvimento", afirmou.
O projeto, que foi elaborado durante um ano, contém grandes diretrizes, como o reaparelhamento da indústria bélica nacional, o reforço do patrulhamento da fronteira e alterações no serviço militar obrigatório. Em seu esboço, o documento prevê o fomento à indústria local, além de absorção de plataformas tecnológicas importadas.
Sobre a proposta de aprofundar o serviço militar obrigatório, Mangabeira destacou que "todos nós, civis e militares, entendemos que as Forças Armadas do Brasil devem continuar a ser a própria Nação em armas. E vemos o serviço militar obrigatório como um nivelador republicano, um espaço no qual a Nação se pode encontrar acima das classes", apontou.
De Brasília
Márcia Xavier
Com agências


Fonte: Vermelho

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68, o ano das grandes mudanças

Terça-feira dia 4, ocorreu no teatro da UCS uma mesa redonda sobre o ano de 1968, o ano das grandes mudanças.
Houve uma explanação sobre a época, costumes, cultura e principalmente o idealismo dos jovens que transformou um mundo dominado por militares num mundo mais democrático pelo qual estamos e o precisamos continuar transformando.
Três ministrantes debateram e responderam perguntas sobre o que se passava 40 anos atrás, relembrando uma história sangrenta do mundo, onde o povo foi silenciado e proibido de pensar... Mas como foi dito: "Retomamos esta parte sombria da história justamente para que ela não aconteça de novo".
Além disso relembraram da ilegalidade dos movimentos sociais, assim como sindicatos , grêmios e até o famoso "Partidão" não podiam se expor.

Tenho poucas informações pois fui pego de surpresa sobre esse debate e não levei nada para documentar o evento.
Abraços à todos!

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© 2008 Por Giovane D. Zuanazzi , Douglas T. Finger